quinta-feira, 23 de julho de 2015

3° Corpaer Realiza Treinamento Operacional de Combate a Incêndio



Foi realizado na tarde desta quarta feira 22/07 nas imediações do aeroporto de Montes Claros mais um treinamento operacional do 3° Corpaer, os treinamentos foram realizados durante a tarde na lagoa do Interlagos localizada cerca de 2km do aeroporto, foram utilizados equipamentos de combate a incêndio florestais e salvamento, tendo em vista a proximidade do período critico de incêndio florestais, que atingem todos os anos a região do norte de minas entre os meses de julho a novembro.



Como exemplo de proatividade, as aeronaves do Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo ''Btl RpAer'' poderá transladar os brigadistas para pontos de combate mais próximos, minimizando desgastes físicos dos recursos humanos e fornecendo, suplementos logísticos, como equipamentos e alimentação, é possível empregar as aeronaves no monitoramento de focos, avaliação do cenário durante a propagação do incêndio, com vistas a estipulação de estratégias, além do combate direto em auxílio aos brigadistas, por meio do lançamento de água através de bambi bucket “saco que acondiciona água”.




bambi bucket


Video da Utilização Bambi Bucket:



O treinamento de combate a queimadas faz parte do Plano de Ação desenvolvido pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, participam dos treinamentos Policias militares, bombeiros, brigadistas integrantes do IEF “Instituto Estadual de Floresta”.










Fotos/Texto: George Lucas


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Embraer 190 PP-PJT Trip linhas Aéreas

Recebemos na tarde desta terça feira o Embraer 190 PP-PJT que ainda ostenta as cores da Trip, após a fusão com a Azul Linhas Aéreas em 2012.

Fusão 

Em 2012, Azul e Trip anunciaram sua fusão para tornar-se a terceira maior companhia aérea e uma das mais competitivas do Brasil. Juntas, as companhias aéreas atendem todas as regiões brasileiras com aproximadamente 850 voos diários. 

História da TRIP


Em busca de aproximar as regiões, a Trip Linhas Aéreas foi fundada em março de 1998 e em poucos anos tornou-se uma das principais companhias aéreas do país ao tornar mais eficiente o transporte entre inúmeras cidades brasileiras.
 TRIP Linhas Aéreas S.A. tornou-se maior companhia aérea de segmento regional da América Latina em pouquíssimo tempo. Fundada em 1998, foi controlada inicialmente de forma igualitária pelos Grupos Caprioli e Águia Branca, cujas tradições e histórias fazem parte do transporte de passageiros no Brasil.

Em pouco mais de dez anos de fundação, em 2009 a Trip chegou a atender aproximadamente 80 cidades brasileiras com voos regulares. Ao todo, conta com 58 aeronaves de quatro modelos: 17 ATR-42, 20 ATR-72, 9 aeronaves Embraer 175 e 12 Embraer 190. Dentre as rotas de maior sucesso está Natal (RN) e Fernando de Noronha (PE).













Fotos: George Lucas

Como Funciona as Marcações das Pistas Nós Aeroportos?


Alguém já deve ter visto que quase toda pista tem pinturas brancas em sua extensão, de início ao fim. Mas nem todo mundo sabe para que elas realmente servem ou significam.
Logicamente a intenção é indicar algo às aeronaves que chegam e que saem, mas cada uma tem uma função.
Vamos se basear no aeroporto internacional de Brasília, que recebeu novos terminais recentemente, e novas mudanças em sua estrutura, de fato é um grande aeroporto e que se não fosse estas sinalizações seria como dirigir em Nova York pela primeira vez sem o GPS.


Temos duas imagens acima, a primeira mostrando a área territorial do aeroporto, que ainda na época da imagem não tinha concluído sua ampliação, e a segunda detalhe das marcações da pista 11R do aeródromo.
Uma das marcações que mais são perguntadas é a faixa branca dupla, ou seja a 4° faixa após a cabeceira. Na imagem se detalha que a marca dos pneus dos aviões começam a se intensificar bem em cima desta faixa, por que ela é onde os aviões devem tocarem, o ponto ideal para toque, porém não significa que o toque deve ser em cima desta faixa, ela é apenas uma referencia visual do local mais adequado, pois seu nome é faixa dos 1000 pés, ou seja já se passou 400m desde a cabeceira da pista. Há outras faixas, onde também são referencias para o toque, porém também são apenas referencias!! como a primeira faixa que significa os primeiros 100m, a segunda que significa quase 300m, e a faixa dos 1000ft que está a quase 400m, mas sua referencia é de 300m, a quarta faixa significa 600m e as duas ultimas com apenas um traço, significando 700m e 900m.
Então senhores essa é a função, indicar a distancia já percorrida na pista para auxiliar ao piloto a analisar também a distância restante da pista, para no caso da decolagem ela for abortada, o piloto tenha noção da pista restante, apesar dos cálculos já estarem feitos.
Podem está se perguntando o porque do R depois do 11 ou L, como 11L ou 11R, isto é como se fosse um conjunto de casas onde o número fosse por exemplo 50A, 50B, 50C. Mas na aviação não é este sentido de A à Z, seria L de left (esquerda) R de right (direita) e C de center (centro). Por exemplo, em Brasília temos duas pistas com quatro cabeceiras, as duas têm a mesma numeração pois tem direções magnéticas iguais (caso não saibam ainda o porque do numero da pista, veja neste post) Então como as duas tem a mesma numeração acho que iria haver uma confusão na hora de falar pista 11, então temos a 11L, que está a esquerda, 11R que está a direita, e se criarem outra pista a direita da 11R, será também 11R? Não! A antiga 11R passará a ser 11C e a nova 11R. Citei que Brasília tem duas pistas e quatro cabeceiras pois temos também as opostas a 11, ou seja a cabeceira 29R e 29L.

As outras marcações como as linhas no centro, indicam ao piloto que ali é o centro da pista, são as chamadas center lines, que nas taxiways, aquela pistinha que vai até a pista de decolagem, são chamadas de yellow line, cujo o objetivo e que a aeronave se mantenha centrada nela, para que se a aeronave bater em algo, ela estando ali centrada, ela não será a culpada da colisão.


Outra coisa importante de citar são placas amarelas ou vermelhas que ficam próximo a cada intercessão de taxiway. Elas tem a intenção de indicar qual taxiway estou mantendo e qual posso ingressar naquela intercessão, pois cada taxi tem o seu nome, como se fosse ruas, para facilitar ao piloto sua chegada até o portão de desembarque ou pista de decolagem.
Quase todos os aeroportos tem estas plaquinhas, sendo que não é necessário em todos, já que alguns só dispões de uma taxiway e que não faz intercessão com nem uma outra.
Também quase todos os aeroportos tem uma carta de solo, onde se tem um mapa com uma escala do mesmo, que lá estará cada nome de taxiway, numeração de pista, suas dimensões, auxílios para pouso como PAPI, VASI, ALS-F, entre outros. Estas cartas são chamadas de ADC- Aerodome Chart ou carta de aeródromo.
No aeroporto de Montes Claros o sistema que auxilia os pilotos na hora do pouso e chamado de PAPI ''Precision Approach Path Indicator’’, que fornece ao piloto uma informação visual indicando a sua posição (muito baixa, correta, alta e muito alta) com relação à rampa de descida e ponto de toque. 
Sistema PAPI


Fonte: Aviadores do Cariri/ complementado por George lucas


Azul Voltará a Oferecer Voos Diretos de BH Para Teresina

A Azul Linhas Aéreas vai voltar a oferecer a partir de setembro voos diretos entre Belo Horizonte (Confins) e Teresina, no Piauí. A companhia, que operou o trecho anteriormente, vai utilizar os Embraer 195, configurados com 118 assentos. Os voos ainda dependem de aprovação junto a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Confira os horários.

A partir de 14/09/2015



AD4410 CNF 2314 THE 0145 E95 
AD4411 THE 0310 CNF 0550 E95 




Fonte: CNF Aovivo

terça-feira, 14 de julho de 2015

Legacy 500 do GEIV Recebe Sistemas Embarcados


FAB iniciou uma nova fase do Projeto I-X, um dos programas estratégicos mais importantes em andamento na força aérea, que prevê o desenvolvimento de novas aeronaves de inspeção em voo.
A fase atual é considerada uma das mais sensíveis e importantes, a integração do sistema que transformará o avião num laboratório embarcado. O primeiro avião entrou hoje (8) na em fase de integração, será entregue em maio de 2016, com as entregas se estendendo até novembro de 2017.
O Projeto I-X foi criado para ampliar as capacidades da Aeronáutica no desenvolvimento dos desenvolvimento dos auxílios à navegação aérea e prevê a aquisição de seis aeronaves Legacy 500 transformados em laboratório. Os novos aviões vão substituir a atual frota do GEIV (Grupo Especial de Inspeção em Voo) composta pelos Embraer IC-95 Bandeirante e Hawker HS-800,
“Essa é a primeira vez que será feita a integração de um sistema de inspeção nesse tipo de aeronave, não só no Brasil, mas no mundo” comenta o Major Luís Fernando Câmara Ferro “São equipamentos de última geração que, aliados às características do Legacy 500, vão trazer segurança e conforto à tripulação, além de confiabilidade e precisão aos dados coletados”.
Foram instaladas mais 14 antenas na parte externa do avião, além das existentes. Será incorporada, além disso, uma câmera a laser que vai permitir à aeronave maior autonomia e independência em relação às equipes de solo. Além disso, por ora, a frota do GEIV será a única do mundo a contar com um avião de última geração, equipado com a tecnologia fly by wire e EFB (Electronic Flight Bag), a ser utilizado para inspeção em voo.
O Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Marcelo de Lima Pinheiro, explica que, com o avanço tecnológico, os sistemas de navegação aérea sofreram alterações e, para serem testados, necessitam de alguns equipamentos mais precisos a bordo das aeronaves. Para fazer determinadas inspeções, hoje, o Grupo tem usado aviões pertencentes às companhias aéreas. Com a chegada das novas aeronaves, essa carência será suprida.
“Outro aspecto importante que os Legacy 500 vão trazer para o GEIV é a otimização da inspeção, como a possibilidade de testar mais de um auxílio sem a necessidade de pouso, até mesmo em localidades diferentes” explica o Tenente-Coronel Pinheiro. “Com a frota que temos hoje, nós não conseguimos, por exemplo, decolar com o tanque de combustível cheio aqui do Aeroporto Santos Dumont, pois nossas aeronaves precisam de muita pista. Para ir a Manaus, primeiro preciso parar em Santa Cruz para abastecer”.


Fonte: Aeromagazine